Presente em 99% dos celulares no Brasil, com cerca de 160 milhões de usuários, o WhatsApp é o aplicativo de mensagens mais usado pelos brasileiros e, consequentemente, o ambiente onde acontece o maior volume da comunicação digital no país.
Pensando nisso, quem nunca presenciou ou se envolveu em uma discussão acalorada em um grupo de WhatsApp do condomínio, da família ou até mesmo de trabalho?
Embora aconteça no ambiente digital, o fato pode ser judicializado e gerar implicações graves na justiça, desde indenizações por danos morais até sanções criminais.
Se envolveu em uma briga em um grupo ou conversa do WhatsApp e quer utilizar as prints como provas judiciais? Leia o conteúdo para entender o que é aceito pelos juízes e como coletar os conteúdos da melhor forma.
Briga no grupo do WhatsApp vale como prova?
Em resumo, uma simples briga no WhatsApp pode desencadear um processo, com as conversas servindo como provas válidas, desde que cumpram requisitos de segurança aceitos pela Justiça.
O relatório Justiça em Números, divulgado em 2025, indica que processos envolvendo crimes contra a honra (injúria, calúnia e difamação) e danos morais por conteúdos em redes sociais e aplicativos de mensagens somam centenas de milhares de novas ações anualmente.
Estima-se que, a cada minuto, dezenas de novos processos são abertos no Brasil tendo como base discussões em grupos de mensagens.
Mas não basta somente tirar a print e anexar no processo. Fazer isso torna a “prova” um conteúdo frágil, que pode ser impugnado facilmente sob o argumento de que ele foi falsificado.
O assunto já teve vários desdobramentos, a ponto do Supremo Tribunal de Justiça (STJ) já declarar em duas oportunidades que provas da internet devem ser coletadas a partir de métodos de segurança válidos à Justiça.
Provas extraídas de conversas do WhatsApp só valem se forem coletadas adequadamente. O que diz o Código de Processo Civil (CPC)?
Mas, afinal, provas extraídas da internet têm peso judicial? A resposta é sim. O Artigo 369 do Código de Processo Civil estabelece que “[…] as partes têm o direito de empregar todos os meios legais para provar a verdade dos fatos.”.
O artigo é o principal amparo jurídico para a utilização de provas digitais em processos na Justiça, já que destaca os conteúdos como “moralmente legítimos”, mesmo que não especificados em lei, aptos para sustentar ações.
Contudo, há um importante argumento no dispositivo: ele exige que a prova seja íntegra. Isso significa que não basta alegar que foi ofendido: é preciso demonstrar que as mensagens não foram editadas, forjadas ou retiradas de contexto.
O fim das prints frágeis
Por muito tempo, a print era suficiente para amparar um processo na justiça. O cenário mudou a partir do surgimento de softwares e aplicativos capazes de forjar um conteúdo da internet em segundos, o que fez as capturas de tela do WhatsApp e de provas digitais em geral serem vistas com extrema cautela e desconfiança.
Outro motivo para a fragilidade de prints simples é a falta de contexto. A vítima pode estar omitindo trechos onde ela própria proferiu ofensas ou provocou a situação, o que altera completamente a percepção do juiz sobre o caso.
Sem contar a falta de dados seguros que comprovam a integridade da prova, capazes de atestar que aquele conteúdo não foi manipulado, como é o caso dos metadados técnicos.
Esses mecanismos de segurança provam quem é o dono da conta, qual era o IP da conexão ou se o conteúdo foi alterado antes da captura: uma espécie de “DNA” técnico que pode comprovar facilmente uma prova mentirosa.
Briga no grupo do WhatsApp: casos mais comuns
As brigas em grupos de WhatsApp costumam se dividir em três grandes áreas. Veja quais são as mais comuns:
- Família: a conversa de Whatsapp serve como prova no Processo Civil para demonstrar alienação parental ou descumprimento de acordos de visitação, entre outras diversas aplicações.
- Condomínio: as ofensas em grupos de moradores têm gerado uma enxurrada de ações por danos morais. Quando coletadas corretamente, resultam em condenações pecuniárias significativas.
- Trabalho: grupos corporativos são usados para provar assédio moral ou horas extras, por exemplo. No entanto, é necessário que o empregado saiba exatamente como salvar conversas do WhatsApp para uma prova judicial, evitando que a empresa alegue que as prints foram forjadas ou retiradas de um contexto.
Privacidade versus Direito à prova
Como já falado, é fato que uma conversa de WhatsApp serve como prova em um processo, mas e quando ela é divulgada sem a autorização dos outros integrantes do grupo?
O entendimento atual do STF e do STJ é que, se a divulgação for feita por um dos interlocutores à defesa de seus direitos (como em um processo de dano moral), a prova é considerada lícita, pois a privacidade não pode servir de escudo para a prática de ilícitos.
No entanto, se um terceiro obtém essas conversas de forma clandestina, a prova pode ser anulada. Por isso, saber como salvar a conversa do WhatsApp para prova judicial da maneira correta é o que define se o seu direito será protegido ou não.
É necessário saber como coletar e preservar provas digitais da maneira correta, a fim de evitar impugnações. Sem cadeia de custódia, sem provas seguras
Para que uma evidência da internet seja incontestável, ela deve respeitar métodos de segurança aceitos pela Justiça. Nesse sentido, a cadeia de custódia é primordial.
Trata-se do registro cronológico de todas as etapas de coleta, desde o momento em que a ofensa foi visualizada até sua apresentação no tribunal, servindo como um histórico técnico confiável do fato.
O respeito à cadeia de custódia da prova digital garante que o material não sofreu intervenção humana. Isso inclui documentar o hash do arquivo, o endereço IP, o selo de tempo e os registros de rede. O mesmo vale para a conformidade às normas internacionais, como a ISO 27037.
Como garantir a validade jurídica das provas
Pensando em diminuir consideravelmente as chances de impugnação da prova, a plataforma Verifact é a ferramenta mais segura, prática e confiável para quem busca utilizar alguma conversa do WhatsApp na Justiça.
Ao utilizar a ferramenta, você realiza uma coleta técnica que preserva os metadados e o vídeo de toda a navegação da conversa. Além disso, trata-se do único meio de coleta online de provas digitais aceito em todas as instâncias do judiciário.
Como usar a Verifact: passo a passo
Veja abaixo o passo a passo de como salvar a conversa do Whatsapp para futura prova judicial com segurança e praticidade:
1️⃣ Acesse o site da Verifact®, faça login e compre créditos suficientes para sua sessão
2️⃣ Escolha o ambiente Websites, WhatsApp Web ou WhatsApp APP
3️⃣ Leia as orientações ao longo da página e, ao final, clique em Iniciar registro
4️⃣ Inicie a sessão no ambiente seguro e faça o registro de todas as publicações desejadas
5️⃣ Quando terminar a coleta de todas as provas, clique em Concluir para finalizar a sessão
Viu como é fácil? Você pode usar a plataforma para registrar mensagens do Instagram, Facebook, Twitter, WhatsApp, redes sociais, e-mails e sites em geral com ampla validade jurídica.
A ferramenta pode ser usada por advogados, empresas, escritórios de advocacia, instituições públicas e pessoas físicas para coletar provas digitais em diversas situações legais, inclusive no registro de evidências referentes a conflitos no WhatsApp.
Se envolveu em brigas no grupo do WhatsApp? Tenha calma e estratégia
Se você está no meio de uma briga no grupo ou em uma conversa de WhatsApp, sua melhor arma é o silêncio e a agilidade no registro das provas, já que o(a) agressor(a) pode apagar ou editar as mensagens rapidamente.
Para isso, use a Verifact para preservar as provas integralmente, garantindo o peso necessário para uma futura ação. Lembre-se: tudo começa na coleta robusta da evidência. Se a base for fraca (como uma simples print), todo o processo estará em risco.
Ao utilizar meios que respeitam a cadeia de custódia da prova digital, como a Verifact, você protege sua dignidade e garante que a verdade prevaleça, transformando um momento de conflito em uma reparação justa e legalmente fundamentada perante o judiciário.
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