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Como coletar provas do WhatsApp para fins judiciais

Verifact
04/03/2021
Como coletar provas do WhatsApp para fins judiciais

Em decisão unânime, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) considerou inválidas as prints de telas do WhatsApp apresentadas por um denunciante anônimo para corroborar um suposto crime de corrupção. A justificativa é que capturas simples de imagem não seguem a cadeia de custódia estabelecida pelo Pacote Anticrime (Lei 13.964/2019).

As simples capturas de tela, por si só, não constituem um meio hígido de prova. Não há como comprovar a origem inequívoca do material, pois são evidências frágeis por natureza, fáceis de produzir ou adulterar em diversos aplicativos de mensagens.

Para garantir a integridade de conteúdos disponíveis na internet, é fundamental coletar os materiais por meios que utilizem técnicas forenses, em especial a norma ABNT ISO/IEC 27037:2013. Esse é o caso da Verifact, ferramenta de registro de provas digitais que atende a todos esses requisitos e tem sido aceita amplamente pelo Judiciário.

Neste post, você vai aprender como coletar provas do WhatsApp para fins judiciais usando a Verifact. Antes disso, entenda um pouco mais sobre o peso dessas evidências na justiça. Boa leitura!

Guia do Conteúdo

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  • A validade das provas produzidas no ambiente digital
  • Os riscos das prints de conversas
  • A importância dos metadados e da preservação técnica
  • Cadeia de custódia e o Pacote Anticrime
  • Provas do WhatsApp na justiça: 6 dicas para evitar invalidações
  • Como coletar provas do WhatsApp usando a Verifact
    • Passo 1: Acesse a plataforma
    • Passo 2: Inicie a captura técnica
    • Passo 3: Realize o acesso à fonte original
    • Passo 4: Navegue pelo conteúdo
    • Passo 5: Finalize e baixe o relatório
  • A Verifact é confiável?

A validade das provas produzidas no ambiente digital

No cenário jurídico contemporâneo, a discussão sobre a admissibilidade de evidências eletrônicas tornou-se central. As provas produzidas a partir de interações em ambientes virtuais precisam superar a barreira da desconfiança técnica. O Artigo 369 do Código de Processo Civil estabelece que as partes têm o direito de empregar “[…] todos os meios legais e moralmente legítimos para provar a verdade dos fatos“.

Contudo, a legitimidade mencionada no Código de Processo Civil não se limita à intenção de quem apresenta o documento, mas estende-se à forma como esse dado foi extraído.

Quando uma conversa de WhatsApp serve como em um prova processo civil, ela deve estar acompanhada de garantias de que não houve manipulação no código-fonte da página ou no banco de dados do dispositivo. Sem essas garantias, o juiz pode entender que o material foi obtido de forma ilícita ou insegura.

Pessoa digitando mensagens no WhatsApp em um smartphone, com um computador ao fundo.
Uma das principais exigências da Justiça para aceitação de provas do WhatsApp é a capacidade de rastreabilidade do conteúdo.

Os riscos das prints de conversas

A resistência do Judiciário ao uso de capturas de tela não é infundada. Atualmente, existem inúmeros softwares gratuitos que simulam perfeitamente a interface de diálogos. Por esse motivo, as prints de conversas perdem valor probatório a cada nova decisão dos tribunais superiores. O problema está na impossibilidade de auditar uma imagem estática.

Um arquivo JPEG ou PNG gerado por um celular, por exemplo, não carrega as informações de rede necessárias para confirmar que aquela interação realmente existiu nos servidores da empresa.

Quando as prints de WhatsApp como prova são apresentadas sem metadados, a parte contrária pode alegar que o diálogo foi “fabricado”, forçando o magistrado a descartar o material para evitar um erro judiciário baseado em uma evidência forjada.

A importância dos metadados e da preservação técnica

Para que o profissional saiba como salvar conversa do WhatsApp para prova judicial, ele precisa entender o conceito de metadados. Estes são dados sobre os dados, ou seja: endereços IP, horários de servidores mundiais, identificadores únicos de mensagens e assinaturas de integridade. Ao realizar uma coleta técnica, esses elementos são preservados e servem como o “DNA” da prova.

Além disso, o uso de métodos que garantam a imutabilidade do registro impede que a prova seja contaminada após a coleta. Se um arquivo é baixado e salvo sem um carimbo de tempo ou uma assinatura digital, não há como provar que ele não foi editado minutos depois.

Por esse motivo, as prints de WhatsApp tradicionais estão sendo substituídas por relatórios forenses que “congelam” o estado da internet naquele exato momento da captura.

Cadeia de custódia e o Pacote Anticrime

A Lei 13.964/2019, conhecida como Pacote Anticrime, trouxe diretrizes rígidas sobre o tratamento de evidências no Processo Penal brasileiro.

Embora a lei seja focada na esfera criminal, seus princípios de integridade têm sido aplicados por analogia em todas as áreas do Direito. A cadeia de custódia exige que o caminho da prova, desde a sua fonte original até o tribunal, seja documentado sem interrupções.

Ao utilizar ferramentas que registram automaticamente cada passo da coleta, o usuário assegura que a evidência não sofreu intervenção humana. Esse rigor é o que diferencia uma evidência aceitável de uma que será anulada.

O registro de navegação em vídeo e a extração de códigos de integridade técnica (hashes) são ferramentas que blindam o processo contra nulidades e garantem que a verdade dos fatos prevaleça.

Martelo de juiz apoiado sobre um livro grosso de capa escura.
Sem cadeia de custódia, provas digitais coletadas do WhatsApp perdem força na justiça.

Provas do WhatsApp na justiça: 6 dicas para evitar invalidações

Se você precisa utilizar o histórico do WhatsApp em um processo judicial para fundamentar uma ação, siga estas 6 orientações fundamentais para evitar a invalidação da prova em juízo:

Verificar a titularidade da conta: o acesso não autorizado é crime conforme a Lei Carolina Dieckmann. A conta acessada deve ser sua ou possuir autorização do titular.

Acessar o conteúdo da fonte original: evite mensagens reencaminhadas ou arquivos salvos em suportes externos sem certificação. Acesse a conversa de onde ela veio originalmente.

Não utilizar conteúdos isolados: as prints de WhatsApp são fáceis de forjar e, por este motivo, têm sido rejeitadas pelos tribunais, como já ocorreu em diversos processos na justiça.

Registrar o contexto completo: não capture apenas a ofensa. É preciso registrar quem enviou, o que foi dito, para quem e em qual data a mensagem ocorreu.

Mantenha os arquivos inalterados: Após gerar o relatório técnico, não edite os arquivos. Qualquer modificação pode invalidar a força probatória do material.

Coletar por meio confiável: utilize sistemas que preservem a cadeia de custódia e gerem relatórios técnicos auditáveis, como a plataforma da Verifact.

Como coletar provas do WhatsApp usando a Verifact

O uso do WhatsApp como prova em processos judiciais tem crescido em diversas esferas, desde causas trabalhistas até varas de família. Casos recentes, como condenações por ofensas em grupos ou demissões por justa causa via app, demonstram que o conteúdo digital é decisivo, desde que a coleta respeite os padrões técnicos de perícia.

Para garantir que o seu registro digital possua força probatória inquestionável, o procedimento de coleta pela plataforma Verifact é o mais indicado por especialistas, advogados e órgãos públicos. O processo ocorre em um ambiente em nuvem seguro e patenteado, o que impede qualquer alegação de que o usuário alterou o código da página antes do registro.

O primeiro passo consiste em acessar a plataforma através de um computador ou notebook e iniciar uma sessão de registro. Dentro do navegador seguro do sistema, você deve carregar a versão web do mensageiro e realizar o login via QR Code. A partir deste momento, todas as suas ações são documentadas em um vídeo de navegação com áudio, enquanto o sistema captura automaticamente os metadados técnicos da conexão.

  • Leia também: Provas coletadas via Verifact são aceitas em 5 Estados

Durante o registro, é fundamental que você navegue pela conversa de forma clara, clicando nos dados do contato para exibir o número de telefone e a foto de perfil. Reproduza áudios do início ao fim e abra imagens e vídeos para que fiquem registrados no relatório final. Ao encerrar a sessão, a plataforma gera um dossiê digital completo, selado com criptografia e carimbo de tempo, pronto para ser anexado ao processo como uma prova documental auditável e resistente a impugnações.

Passo 1: Acesse a plataforma

Entre no site da Verifact através de um computador ou notebook, faça o login e adquira os créditos necessários para a sua sessão de registro.

Passo 2: Inicie a captura técnica

Escolha o ambiente WhatsApp Web ou WhatsApp APP. Leia as orientações de segurança e clique no botão para iniciar a sessão.

Passo 3: Realize o acesso à fonte original

Dentro do navegador seguro da plataforma, faça o login na sua conta do WhatsApp via QR Code para acessar as conversas que deseja registrar.

Passo 4: Navegue pelo conteúdo

Percorra o diálogo de forma lógica: reproduza áudios, abra imagens e vídeos e clique nas informações do contato para exibir o número de telefone e a foto de perfil.

Passo 5: Finalize e baixe o relatório

Ao concluir a coleta, clique em encerrar a sessão. Em poucos minutos, o sistema gerará um relatório técnico em PDF com metadados, vídeo da navegação e arquivos de integridade (hashes).

A Verifact é confiável?

A é uma ferramenta para o registro de provas digitais seguro, sendo o único meio de coleta online que realiza a captura técnica de áudios, vídeos, imagens e textos de conteúdos acessíveis por um navegador, como WhatsApp, redes sociais e sites, com utilização de técnicas forenses internacionais e medidas efetivas antifraude.

A solução é extremamente confiável e tem validade jurídica, sendo amplamente aceita amplamente na Justiça em diversos casos.

Intutiva e funcional, a plataforma pode ser utilizada por vítimas de crimes na internet, escritórios de advocacia, empresas e órgãos públicos, com custo acessível em sem a necessidade de assinaturas, mensalidades, instalação de plugins ou softwares.

Se não sabe quem já usa a Verifact, saiba que a ferramenta é utilizada pela Polícia Civil do Paraná, 17 Ministérios Públicos do país, Advocacia-Geral da União (AGU) e Senado Federal, além de departamentos jurídicos de grandes empresas, como Veloce, Habibs, Electrolux e Ticket.

A coleta de provas digitais é realizada utilizando técnicas periciais forenses, atendendo às diretrizes da ABNT ISO/IEC 27037:2013 para identificação, coleta, aquisição e preservação de evidência digital. A norma é padrão internacional e tem por finalidade padronizar o tratamento de evidências digitais, para preservar a cadeia de custódia e integridade dos materiais digitais.

A Verifact é uma ferramenta online que permite que usuários possam coletar conteúdos da internet, como áudios, vídeos, imagens e textos disponíveis em conversas e grupos de WhatsApp, redes sociais, sites e e-mails. Clique no banner abaixo e comece a usar a ferramenta agora mesmo!

banner com a frase "Registro de provas digitais com a Verifact. Fazer agora."

Texto original: 4/3/2021. Atualizado em: 22/12/2025.

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