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Como o botão “Editar mensagem” afeta sua prova do WhatsApp?

Verifact
18/12/2023
Como o botão “Editar mensagem” afeta sua prova do WhatsApp?

Recentemente, a Meta lançou uma nova função de edição de mensagens no WhatsApp, permitindo aos usuários alterar o conteúdo enviado em até 15 minutos. Essa funcionalidade possibilita desde correções ortográficas até a mudança completa do sentido de um diálogo, o que gera novos desafios jurídicos.

Embora a atualização tenha sido aguardada por muitos, ela impacta diretamente a forma como lidamos com os registros digitais. O aplicativo exibe o rótulo “mensagem editada” abaixo do texto, mas não mostra o histórico da alteração original, o que pode comprometer a interpretação dos fatos em uma disputa legal.

Neste cenário, o valor jurídico do material dependerá da integridade do registro no momento da coleta. Entender como a tecnologia afeta a prova é fundamental para advogados e cidadãos que utilizam o aplicativo como canal oficial de comunicação e negócios.

Entenda neste post a validação de provas do WhatsApp a partir do botão “Editar mensagem” e o peso jurídica desses conteúdos. Boa leitura!

Guia do Conteúdo

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  • O dilema legal das mensagens editadas no WhatsApp
  • A fragilidade das prints e o risco de manipulação
  • O que diz o Supremo Tribunal de Justiça (STJ)?
  • Como registrar conversas do WhatsApp como prova de forma segura
  • A Verifact é a mesma coisa que uma ata notarial?
  • Como usar a Verifact?
  • Comece a usar a Verifact agora mesmo

O dilema legal das mensagens editadas no WhatsApp

O Artigo 369 do Código de Processo Civil afirma que todos os meios legais e moralmente legítimos são admissíveis para provar a verdade dos fatos. O mensageiro, portanto, por ser amplamente utilizado, desempenha um papel central na produção de evidências, desde que se sigam as regras de admissibilidade.

Apesar da possibilidade de edições, as conversas continuarão sendo aceitas como provas documentais. O ponto crucial é que o conteúdo documentado no momento do registro técnico será o elemento de maior peso para o convencimento do magistrado, independentemente de alterações posteriores feitas pelo autor.

Pessoa digitando mensagens no WhatsApp em um smartphone, com um computador ao fundo.
Mensagens “editadas” no WhatsApp ainda valem como prova na justiça, desde que cumpram requisitos de segurança.

A fragilidade das prints e o risco de manipulação

A prática comum de utilizar capturas de tela enfrenta questionamentos crescentes sobre sua confiabilidade. Uma print é apenas uma imagem estática que pode ser facilmente adulterada por softwares que simulam a interface do aplicativo.

Além disso, a validade de uma prova baseada em imagens depende muito do reconhecimento das partes. Se a integridade for contestada, a imagem isolada raramente sobrevive a uma perícia técnica, pois não carrega os metadados necessários para comprovar que o texto visualizado não foi editado ou forjado.

A introdução da edição de mensagens traz uma camada extra de complexidade para as provas produzidas digitalmente. No âmbito do Código de Processo Civil, a integridade da prova é um requisito indispensável. Quando um usuário altera um texto, ele modifica a evidência original, o que pode configurar má-fé se o objetivo for distorcer a realidade fática.

Por essa razão, a coleta imediata dos dados é vital. Se uma interação relevante ocorre, o registro técnico deve ser feito antes que a janela de 15 minutos permita ao interlocutor mudar sua declaração.

A rapidez na preservação garante que o WhatsApp como prova em processos judiciais reflita a intenção original das partes, evitando que uma confissão ou um acordo seja apagado digitalmente pelo autor da mensagem.

O que diz o Supremo Tribunal de Justiça (STJ)?

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) tem se mostrado rigoroso quanto à preservação da cadeia de custódia em dispositivos móveis. Em julgados recentes, o tribunal reforçou que a mera apresentação de capturas de tela não garante a imutabilidade do dado.

O instância superior entende que, diante da volatilidade dos aplicativos de mensagens, o rito de coleta deve ser capaz de provar que a evidência não foi alterada desde o seu recebimento.

Essa diretriz torna o uso de prints de conversas manuais uma estratégia de alto risco. Se a parte contrária editar uma mensagem e você possuir apenas uma captura comum da versão anterior, a ausência de metadados técnicos tornará quase impossível provar qual era o conteúdo original.

O uso de plataformas forenses confiáveis para a coleta e preservação das provas, no entanto, elimina essa vulnerabilidade ao registrar a “rota lógica” com os servidores da Meta.

Como registrar conversas do WhatsApp como prova de forma segura

O Art. 225 do Código Civil Brasileiro estabelece que uma prova não contestada é válida. No entanto, a impugnação da print revela sua fragilidade como evidência, sendo necessário buscar métodos alternativos de coleta de provas para garantir a integridade do processo judicial.

Uma alternativa é a coleta de conversas do WhatsApp por meio de métodos com validade jurídica, como a plataforma tecnológica especializada Verifact, que oferece uma abordagem inovadora para a captura técnica de provas digitais.

Martelo de juiz apoiado sobre um livro grosso de capa escura.
O Código de Processo Civil já oferece diretrizes sobre o uso de conteúdos da internet na justiça.

Ainda, esta plataforma online não só assegura a validade jurídica das provas coletadas, mas também permite a auditoria do material, garantindo maior transparência e confiabilidade ao processo.

As provas registradas pela plataforma da Verifact permitem verificar que se trata realmente de uma conversa que ocorreu no aplicativo de mensagens, mesmo que o conteúdo seja apagado posteriormente. Se necessário, um especialista técnico pode periciar e confirmar a confiabilidade do conteúdo.

A Verifact é a mesma coisa que uma ata notarial?

A tradicional ata notarial de conversa de WhatsApp feita em cartório oferece fé pública, mas possui um custo elevado e baixa agilidade técnica. O

tabelião atesta o que vê, mas raramente o cartório possui ferramentas para gravar o vídeo da navegação ou capturar metadados de rede avançados. Além disso, a locomoção até o cartório pode levar tempo suficiente para que as mensagens sejam editadas ou apagadas.

A coleta técnica online surge como uma evolução e uma alternativa moderna à ata, oferecendo um relatório auditável por peritos e com um custo significativamente menor.

Ao contrário de uma print de conversa de WhatsApp como prova judicial na jurisprudência comum, o dossiê técnico oferece camadas de proteção contra alegações de fraude, tornando-se uma ferramenta indispensável para quem lida com o dinamismo das comunicações em tempo real.

Como usar a Verifact?

Para garantir que a edição de mensagens não prejudique o seu direito, o uso de uma plataforma especializada da Verifact é o caminho mais seguro. É tudo bem simples. Veja só:

  1. Acesse o sistema: entre no site da Verifact por um computador, faça o login e adquira os créditos para a sessão de captura
  2. Inicie o registro seguro: selecione o ambiente “WhatsApp Web” ou “WhatsApp APP” e vá em novo registro
  3. Conecte sua conta: realize o login via QR Code
  4. Capture o conteúdo: navegue pelo diálogo, abra as mídias e reproduza os áudios. O sistema registrará a tela, os metadados da conexão e um vídeo da navegação em tempo real.
  5. Gere o Relatório Técnico PDF: ao finalizar, são gerados três relatórios técnicos com criptografia e carimbo de tempo, resultando em uma prova apta a ser anexada no processo.

Comece a usar a Verifact agora mesmo

A solução tecnológica da plataforma de captura técnica de provas digitais da Verifact tem validade jurídica e casos de aceitação em todas as instâncias do judiciário brasileiro, incluindo casos em processos eleitorais, trabalhistas e criminais, onde há maior rigor técnico das evidências apresentadas.

Além dos conteúdos de conversas de WhatsApp, você também pode fazer o registro de provas em sites, redes sociais, YouTube e-mails. Tudo isso em questão de minutos!

Clique no banner abaixo e comece a usar a ferramenta agora mesmo!

banner com a frase "Registro de provas digitais com a Verifact. Fazer agora."

Texto escrito por: Juliane Faria em 18/12/2023. Atualizado por: Redação Verifact em 29/12/2025.

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